domingo, 26 de outubro de 2008

Revista LUZ & CENA

Voltada e feita por profissionais de Iluminação, Arquitetura e Cenografia, Luz & Cena foi lançada em 1998 abordando os seguintes assuntos:
A Iluminação, em suas múltiplas formas: espetacular, teatral, arquitetural, cinema, vídeo...
A Arquitetura: predial, monumental, de interiores...
A Cenografia e a Cenotécnica: em todas as nuances entre o real e o sonho.
Em Luz & Cena, encontra-se matérias de conteúdo técnico e artístico, reportagens sobre trabalhos dos mestres, cobertura de eventos nacionais e internacionais, entrevistas, fóruns, notícias e lançamentos.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

IMDb

O IMDb - The Internet Movie Database é o maior banco de dados em inglês do cinema mundial, pode-se buscar informações por TÍTULOS, NOMES, PERSONAGENS, EPISÓDIOS DE TV, EMPRESAS ETC., tem também notícias de cinema e TV, os mais assistidos, fotos e mais...

CineAlta F35



Características da nova câmera Sony para cinematografia digital, F35, lançada na NAB 2008:

CCD Super 35mm
Resolução 1920 X 1080 RGB

1 – 50 fps (4:4:4 ou 4:2:2)

Montagem de lentes PL 35mm




segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Body of Lies

(trechos traduzidos do American Cinematographer de Outubro/2008)
Alexander Witt, Diretor de Fotografia em Body of Lies, filme dirigido por Ridley Scott
por Patricia Thomson
Dois refletores, fumaça e uma fortaleza de pedra na costa marroquina. Essa é uma pequena lista de ingredientes, mas é tudo que o diretor Ridley Scott precisa para uma cena carregada de suspense em Body of Lies que tem como protagonista Leonardo di Caprio, o agente da CIA Roger Ferris. Os elementos básicos da película são: locações práticas, iluminação naturalista e o uso de câmeras múltiplas.
Baseado na novela do jornalista David Ignatius, Body of Lies imagina um futuro próximo em que cidades européias são alvos regulares de carros bomba de terroristas.
Em Body of Lies Scott trabalha mais uma vez com profissionais como Russel Crowe, Arthur Max (Production Designer) e Alexander Witt, que está assinando seu primeiro crédito como 1º Diretor de Fotografia. Natural do Chile, Witt trabalhou pela primeira vez com Scott em 1989 como 2nd-unit Cinematographer em Black Rain, também em Thelma & Louise e ainda em Black Hawk Down, Gladiator, Hannibal e American Gangster.
Witt trabalhou em vários filmes de ação em Hollywood como 2nd-unit Diretor e/ou Cinematographer como: The Italian Job, Twister, Speed 2, The Bourne Identity, Pirates of the Caribbean e Casino Royale.
Witt reconhece que ser o 1º Diretor de Fotografia “era uma mudança grande. É um trabalho diferente porque você está envolvido com tudo em todos os departamentos. A segunda unidade é um desafio; é sempre uma aprendizagem iluminar e dirigir para diretores diferentes porque cada um tem um estilo. Era um grande desafio, e eu apreciei cada minuto dele.”
Body of Lies foi filmado em Super 35mm 2.40:1. “Ridley gosta do Scope pela maneira que enquadra, e usar lentes esféricas dá-lhe mais flexibilidade em interiores e em noites [do que lentes anamorficas],” segundo Witt. “Igualmente facilita para o foco porque há um pouco mais de profundidade de campo.”
Embora Scott usasse bastante filtros graduados em outros filmes, em Body of Lies nenhuma filtragem foi usada nas lentes a não ser o 85 e filtros ND. No passado a equipe perdeu luz e tempo escolhendo o filtro correto. Em Body of Lies, as cineastas decidiram pelo uso do Digital Intermediate (DI). “Eu penso que filtragem da lente é uma coisa do passado,” observa Witt. “Você pode trabalhar mais rapidamente sem eles, e você pode fazê-lo melhor nos DI.”
A maior parte do filme foi captado com Kodak Vision2 500T 5218. Durante a preparação, testou o processo Technicolor OZ, que Scott e Harris Savides, ASC usaram em American Gangster. “Trabalhou-se com esse processo no American Gangster porque havia muitos afro-americanos no elenco - o OZ realmente funciona bem em atores de pele escura,” diz Witt. “Mas em nossos testes no deserto de Marrocos, não funcionou direito, assim decidimos fazer o processo convencional.”
Scott realizou a correção de cor digital com o colorista Stephen Nakamura, e embora Witt estivesse impossibilitado de participar por causa de um compromisso prévio, “o negativo estava tão igual que trabalhou-se muito pouco nele,” disse Witt. Nakamura confirma, “Ridley não mexeu muito no negativo.”
Durante toda a produção, os cineastas esforçaram-se para a autenticidade ao descrever os dois mundos da história: o mundo frio, high-tech de Washington, e o mundo morno do deserto dos países árabes. “Nós quisemos distinguir quando nós cortamos para a frente e para trás entre Washington e os países árabes,” diz Witt. Naturalmente, muitas daquelas distinções eram inerentes às posições, “a CIA é um mundo de burocracia, e está cheio dos azuis e dos cinzas, preto e branco,” “pelo contraste dos tons queimados, característica das cidades do deserto numa paleta mais morna.”
Como é típico em uma película de Scott, pelo menos três câmeras estavam rodando sempre; a equipe de operação compreendeu: Mark Schmidt, Daniele Massaccesi, Marco Sacerdoti e Witt. Os “atores gostam de câmeras múltiplas porque estão sempre em cena, assim estão sempre no personagem e não desperdiçam tempo,” diz Witt. Schmidt, que estava na câmera A descreve uma cena: “Há uma grande tomada que nós fizemos de Leonardo no deserto. Ele está sentado no chão do deserto, e eu de câmera na mão, olhando para baixo nele. A câmera B está olhando-o em um perfil 3⁄4-back, e a câmera C faz um close-up através de meus pés. Isso é o que Ridley faz. Não faz muita cobertura porque já o fez rapidamente com as três ou quatro câmeras.”
Frequentemente, as câmeras estão em movimento. “Você dirá ao Ridley que nós estamos vendo uma câmera! e ele dirá, 'não se preocupe com ela. Nós não usaremos essa parte.'” Schmidt adiciona, “Ridley estará na frente dos monitores, olhando quatro monitores e di-los-á, 'eu estou cortando deste para este.' Sabe exatamente aonde cortará.”
“É um diretor muito visual,” diz Witt, “um verdadeiro cineasta" diz Schmidt.
A Arricam foi usada durante a primeira fase, em Washington, depois foi substituída pela Lite em Marrocos, onde câmera na mão era a norma. Nota de Witt: “Ridley amaria ter tido quatro câmeras na mão". Witt usou Zeiss Ultra Prime (LDS) e zoom Angenieux Optimo 15-40mm, 17-80mm e 24-290mm
“Se nós tivessemos mais câmeras, Ridley usá-las-ia, não importa em qual situação!” Witt diz com um riso. “Mesmo em um carro, usa três câmeras para uma pessoa - você tem uma no perfil, uma é um 3⁄4-back, onde você pode ver a rua, e a outra está olhando para a frente sobre o ombro.” De acordo com o objetivo dos cineastas, a iluminação foi mantida simples e natural. “Às vezes nós usamos a iluminação muito pequena, e frequentemente, como em carros, nenhuma,” recorda Witt. “Nós geralmente apenas complementávamos a luz ambiente existente,” para conseguir “o olhar áspero, sujo.” Um exemplo é a tortura de Ferris nas mãos do Al-Qaeda, que ocorre em um quarto dentro de uma prisão antiga perto de Rabat. “Nós usamos dois refletores muito fortes para iluminar a cena inteira,” recorda Witt. Os terroristas carregam os refletores e ajustam-nos para baixo do assoalho durante a interrogação. “Nós não tentamos escondê-los,” continua Witt. “Era um quarto pequeno, e nós rodávamos três câmeras, dependendo de onde nós estávamos disparando, nós apenas mudávamos de ângulo um pouco. A única coisa que adicionamos foi pouca luz frontal para os atores.”
As cineastas bombearam fumaça para aumentar a atmosfera empoeirada. “Nós usamos muita fumaça durante toda a cena," diz Witt. "Um dos inconvenientes da fumaça é que diminui o contraste;" notas de Witt, “Ridley gosta do contraste que de tão forte é quase preto e branco. Se você tem muito luminosidade e cria eixos de luz, a fumaça funciona bem, mas em exteriores, deixa tudo liso, assim que você tem que ser muito cuidadoso.”
Outro flashback de Ferris em uma interrogação que testemunhou no Yemen. “Nós iluminamos essa cena principalmente com uma fluorescente suspensa no meio do quarto,” diz-nos Witt, “e teve uma pequena fluorescente para a iluminação lateral do Leonardo. Nós deixamos as coisas verdes para fazê-lo mais feio.”
Os cineastas raramente corrigiram a iluminação existente. Para cenas noturnas de rua usaram como as encontraram. As recordações de Witt, “Ridley diria, 'bem, elas são luzes amarelas. É normal! Por que nós as faríamos azul ou usaríamos o luar?' Realmente não quis este filme olhar como um filme.”
Ao escolher locações, Scott favoreceu frequentemente os lugares que combinaram interior e o exterior - onde um personagem poderia olhar para fora numa janela ou em uma saída. Tal era o caso em um estádio perto de Rabat, um estádio de basquetebol que seria a embaixada dos E.U. em Jordão. Via-se o exterior, onde as coisas estavam normalmente através de janelas com vidro. Aqui, a equipe construiu o escritório do CIA abrigado dentro da embaixada. “Nós quisemos ver a parte externa porque haviam tanques por perto e o povo andando ao redor,” diz Witt. Uma cena usou somente o sol, vindo através das janelas. “Era uma cena longa, mas nós sabíamos que o sol não mudaria por quatro a cinco horas.”
Mas mesmo quando a luz solar estava desaparecendo “Ridley não ficava incomodado,” ele adiciona, “A parte difícil é do equilíbrio interior e do exterior quando o sol está indo para baixo está a uma temperatura de cor diferente, mas com o DI, se torna fácil de corrigir mais tarde. Ridley entende bastante sobre iluminação, mas igualmente, sabe muito sobre os DI e compreende o que pode ser feito [no borne]. Eu acredito que é por isso que não se preocupa tanto.”
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Câmeras Super 35mm 2.40:1 Arricam Lite, Arri 435, 235
Lentes Zeiss e Angenieux
Negativos Kodak Vision2 500T 5218, 250D 5205, 50D 5201
Intermediário Digital Kodak Vision 2383

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A-MINIMA


Câmera Super 16 AATON A-MINIMA pesa aproximadamente 2 kilos com filme e bateria interna de lithium, visor reflex giratório, 1 a 32fps com bateria interna e 50fps com bateria externa NiMH, objetivas cambiáveis PL e Nikon, fotometro de luz incidente, usa filme Kodak em carretel de 200 pés (60m)
mais informações e outros produtos AATON em:

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Sony HVR-Z7N


Linha da Sony HDV1080/60i, DVCAM, DV SP 480/60i (NTSC), zoom Carl Zeiss Vario-Sonnar T 12x (óptico) 4.4 a 52.8mm, 32.0 a 384mm no formato 16:9, diametro de filtro 72 mm, cambiável, três densidades de filtro ND incorporado, 60i/30p: 1/4 - 1/10000 24p: 1/3 - 1/10000, conector HDMI, card CompactFlash de até 16GB

sábado, 27 de setembro de 2008

Workshop Carlos Ebert



A principalidade da visão entre os sentidos é reconhecida universalmente e sua expansão parece não conhecer limite. Um volume cada vez maior de informação e conhecimento encontra na imagem seu principal veículo, o que faz com que os mecanismos de percepção e cognição da visão humana ocupem uma posição central em vários campos do conhecimento como física, fisiologia, psicologia, pedagogia etc.

Novas técnicas dse mapeamento da atividade cerebral como a PET (tomografia por emissão de pósitrons), e a REM (ressonância magnética), mostram que a visão ativa simultaneamente várias regiões do cérebro, e que esta atividade supera em volume, intensidade e complexidade qualquer outra que venha a ser desencadeada pelos demais sentidos.

A luz visível, que representa uma porção relativamente pequena do spectro total da radiação eletromagnética (1/70), é o veículo da visão. Assim, para compreeender a cadeia de eventos associados a visão, começaremos nosso seminário investigando a natureza da luz e de suas interações com a matéria. Essa abordagem inclui noções de óptica física e geométrica, radiometria, fotometria, etc.

Do outro lado, na recepção da luz pelo olho e em seu trajeto até o cortex visual, investigaremos como se dá a conversão da luz em impulsos elétricos, como estes são decodificados e de que maneirasua informação é integrada com as provenientes dos demais centros nervosos associados às memórias, para produzir o conhecimento visual.

As origens da representação gráfica, primeiramente pela linha, depois pelo volume com o sombreado, e mais além pelas perspectivas, perde-se na origem dos tempo. Na matriz greco-romana que funda nossa cultura, a lenda que explica a origem do desenho, conta a história de Dibutade, uma jovem que na iminência da partida do amante para a guerra, traça com carvão o contorno da sua sombra numa parede para reter consigo a imagem do amado.

A partir daí evoluiremos pelas representações bidimensonais (desenho, gravura, pintura etc), até chegarmos a fotografia, técnica que massificou a representação pela imagem.

A investigação do efeito fi, que faz com que percebamos uma sequencia de imagens fixas exibidas em sequencia como imagens em movimento, abre a abordagem da cinematografia, técnica que passa do suporte foto-químico, para o eletrônico analógico e depois para o digital, para chegar em nossos dias ao 3D e a cinematografia holográfica.

O desenvolvimento da informática a partir do final do Séc XX, e sua associação subsequente com as técnicas preexistentes de representação de imagem, vem provocando um crescimento exponencial na informação visual, o que torna desejável um sentido crítico e analítico, que permita selecionar o que de mais significante, pertinente e inovador circula nessa torrente. Esse é o objetivo central desse seminário.

Carlos Ebert, ABC

Currículo completo com hiperlinks em


(reproduzido do material de divulgação do workshop)
http://www.luscofusco.com.br/luz.html

GOOD FOCUS



pCAM
Field-of-View, Aperture-Finder (for "splits"), Depth-of-Field and
Hyperfocal-Distance calculator with all common film formats, plus
user-definable formats for HDTV

Site de David Eubank, 1º Assistente de Câmera
DOWNLOAD DE TABELAS PARA PALM
pCINE
Calculates EXPOSURE (compensating for changes in Shutter Angles, Camera Speed, Filter Factors, Emulsion Speeds, ND Filters, ASA-EI-DIN, Footcandles/Lux & Exposure Times), RUNNING TIME TO FILM LENGTH, SHOOTING SPEED & SCREEN TIME, TIME LAPSE, HMI (safe speeds & shutters), DIOPTER (power & focus distances), MACRO (magnification factors, depth of field & stop corrections), COLOR CORRECTION, SCENE ILLUMINATION & LIGHT COVERAGE and
UNDERWATER DISTANCE


http://www.davideubank.com/

MNEMOCINE


Informações básicas sobre a técnica fotográfica e cinematográfica, indicações de acervos, bibliografia, links e instituições de ensino e pesquisa, divulgação de cursos, mostras e festivais.

Instrumento de apoio para professores, estudantes e pesquisadores, e para todos aqueles que se interessam pela história do cinema, da fotografia e do audiovisual. Disponibiliza download de arquivos como formulários, tabelas, orçamento, autorizações, boletins e outros.


quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Panasonic AG-HVX200A

Sucessora da Panasonic AG-HVX200, postado em 26/05/2006
tem novos CCDs que diminuiram o nível de ruído na imagem e o zoom (óptico) Leitz Dicomar abriu de 32,5 para 30mm, passando assim de 12 pra 13X - distância focal de 4,2 a 55mm

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

CINEMA DIGITAL


Texto de Carlos Ebert, ABC sobre cinema digital, o mais completo e de fácil linguagem que já pude ler, trata desde as definições das palavras do título, cinema e digital até a edição e finalização.

Amplamente ilustrado e complementado por links que nos remetem às informações específicas do parágrafo. Ainda traz mais que uma dezena de endereços de sites relacionados ao cinema digital.


CINEMA DIGITAL

INTERNET ENCYCLOPEDIA OF CINEMATOGRAPHERS

Site com centenas de informações importantes
Active Cinematographers
Film Cameras
Film Formats
Societies & Associations of Cinematographes
Film Books
From First Cameraman to Director of Photography
Bleach Bypass
Steadicam
A History of Aerial Cinematography
Film vs. Digital Video

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

FILTROS



Existe uma grande variedade de filtros que produzem inúmeros efeitos

POLARIZADOR, tem a propriedade de bloquear a luz polarizada refletida, o efeito obtido pelo filtro polarizador é um grande aumento no contraste e na saturação das cores e a eliminação dos reflexos em superfícies não metálicas, espelhos d'água ou vidros, também ocorre um aumento acentuado na saturação do azul do céu

UV (ultra violeta), tem a capacidade de bloquear as radiações ultra violeta, produzindo imagens mais nítidas e com cores mais vibrantes

FILTROS DE CONVERSÃO, servem para filmar sob a luz do dia com material para 3200K e vice-versa

ND (Neutral Density) ou Densidade Neutra, serve para baixar a luz sem alterar as cores, ou ainda reduzir a profundidade de campo
FL-D, corrige a luz da lâmpada fluorescente tipo Daylight e o FL-W a lâmpada tipo Cool White
ENHANCING, intensifica os tons vermelhos e laranjas, com efeito reduzido nas outras cores
CORAL, para esquentar a imagem
LOW CONTRAST, acentua o contraste nas áreas de sombra densa espalhando as luzes das áreas altas para as áreas de sombra, diminue o contraste e suaviza as cores
WHITE NET, suaviza detalhes sem afetar o contraste
Filtros difusores, SOFT, SMOQUE, PRO-MIST, DIFFUSION, WARM
Filtros de efeito, DAY FOR NIGHT, FOG, SEPIA, STAR, TWILIGHT

Os filtros são fabricados em cristal ou em gelatina e podem ser enroscados diretamente na frente da objetiva, colocados em “boxes” presos à base da câmera, em “slides” encaixados atrás da objetiva, dentro da câmera, ou ainda em “carrocéis” usados nas câmeras de vídeo

BALANCEAMENTO

As câmeras de vídeo possuem um sistema para ajustar o balanceamento necessário entre o "R" o "G" e o "B", de tal forma que quando uma cor branca for captada, ela realmente seja registrada pela câmera como branca.
Há um microprocessador na câmera com uma equação matemática com a finalidade de correção da cor. O branco para a câmera obedece a seguinte fórmula:
Y= 40R+49G+11B
Y - luminância, ou branco
40R - quarenta % vermelho
49G - quarenta e nove % verde
11B - onze % azul
A soma destas proporções dá o branco.
Coloca-se o filtro correto na câmera (3200K para luz artificial ou 5600K para luz do dia), em seguida enquadra-se um cartão branco no local iluminado e finalmente aciona-se o balanceamento de branco (white balance) da câmera. Nesse momento a câmera assume que aquele cartão com aquela iluminação... é branco, e ajusta a equação matemática com as proporções corretas de RGB de tal forma que o Y tenha os componentes de cor adequados para registrar aquele cartão como sendo branco. Assim a câmera passa a processar os componentes de cor que receber dentro das proporções ajustadas.
Em resumo, o filtro selecionado levou a temperatura de cor para próximo do padrão e o balanceamento ajustou exatamente a diferença que faltava.
Sempre que a fonte de luz é modificada (luz do dia para luz artificial, ou vice-versa), o filtro deve ser trocado e o balanceamento de branco feito novamente.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

FOTOGRAFIA DIGITAL



Site sobre fotografia (still) digital com temas como:
Profundidade de Bits, Fotometragem, Profundidade de Campo, Balanceamento, Distância Focal das Objetivas...
ilustrado, e traduzido para o Português