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sábado, 1 de novembro de 2008

Brute 16




Foi lançado pela LEDz o Brute 16 5500K equivalente ao HMI flood 200W, o Brute 16 60W mede 33,00 x 20,30 x 6,35cm; da mesma linha, o Brute 9, Brute 6 e o MINI PAR

quarta-feira, 10 de maio de 2006

FOTÔMETROS DIGITAIS

SEKONIC L508
SPECTRA IV
MINOLTA IV C/ACESSÓRIO SPOT SPOT METER PENTAX SPOT METER MINOLTA

FOTÔMETROS

Alguns modelos antigos que em sua grande maioria trabalha a base de fotocélulas de selênio, metal que transforma a luz incidente em impulsos elétricos.
NORWOOD DIRECTOR
WESTON MASTER V
GOSSEN LUNAPRO C/ACESSÓRIO SPOT
SEKONIC L28
SPECTRA COMBI 500

domingo, 7 de maio de 2006

MEDIÇÃO DA LUZ

Chamamos de exposição o ato de sensibilizar o filme com uma determinada quantidade de luz, que é controlada através dos mecanismos de diafragma e obturador da câmera.
A exposição correta de um filme é aquela que equilibra da maneira mais harmônica os tons de cinza do quadro. Esse balanceamento de tons é sempre considerando uma determinada fonte de luz, cuja intensidade modificará esta exposição.
Leva-se em conta para o cálculo os seguintes fatores: sensibilidade do filme, tempo de exposição (obturador) e diafragma.
Para medir a intensidade de luz utilizamos o fotômetro, que traduz os valores luminosos em índices de exposição. Essa medida é feita numa escala de foot-candles, EV (exposure value) ou lux, e convertida pelo próprio fotômetro, através de um ábaco ou de um chip eletrônico (no caso dos digitais), em valores de tempo de exposição e diafragma, sempre segundo uma determinada sensibilidade (ASA, DIN ou ISO). Este valor, já traduzido para stops (diafragma), é o ponto em que a luz medida será interpretada pelo filme como cinza médio.
O cinza médio é uma tonalidade específica de cinza que reflete 18% de luz, e que representa um ponto intermediário na escala de tons visíveis, do preto mais profundo ao branco mais brilhante. O fotômetro tem a função de fornecer uma referência ao fotógrafo, para que ele saiba como determinado assunto será registrado em tons de cinza.
O fotômetro pode medir tanto a luz incidente sobre o assunto, como a refletida, e ainda podemos medir a luz refletida com o spot meter, que mede pontos específicos do quadro.
O fotômetro de luz incidente faz a leitura da luz que incide sobre ele, por isso devemos posicioná-lo o mais próximo possível do assunto. Já o fotômetro de luz refletida, tanto a leitura de luz geral quanto "spot", o posicionamento é contrário, a medição deve ser feita na posição da câmera e apontada para o assunto. A diferença entre os dois tipos de luz refletida é que o de luz geral faz uma média da luz de todo o quadro, e a leitura será o cinza médio para esta média. O spot meter lê um ponto específico, pois sua medição é feita através de uma lente e sua área sensível é de aproximadamente 5º, o que determina uma leitura específica de pontos com maior ou menor reflexão de luz. Na prática a distinção básica entre fotômetros de luz incidente e de luz refletida é que o primeiro nos fornece o cinza médio independente do contraste do assunto, ou seja, mantendo a relação de contraste original entre as áreas mais claras e mais escuras do objeto. Já o fotômetro de luz refletida, considera os contrastes do assunto, pois áreas mais claras e mais escuras do mesmo assunto nos darão exposições muito diferentes no mesmo quadro.
De qualquer maneira, todo o fotômetro estará, sempre, nos fornecendo o cinza médio de uma determinada quantidade de luz em valores de exposição, referência que permite a luz medida ir para o centro da curva característica, dando espaço de latitude tanto para altas como para baixas luzes. Expor para um ponto específico, como no caso do spot meter, é jogar este ponto específico no cinza médio, que se for uma alta luz, incorrerá em enterrar as baixas luzes, perdendo-as, e se for baixa luz, correr o risco de estourar as altas luzes. Esta é a razão pela qual os fotômetros trabalham com cinza médio, é o ponto em que a latitude do filme será melhor aproveitada.
Todos os fotômetros modernos medem luz incidente e luz refletida, e alguns ainda acumulam a função spot.


sábado, 29 de abril de 2006

TEMPERATURA DE COR

Com a adição das radiações das cores vermelho (red), verde (green) e azul (blue) em iguais doses, cria-se no cérebro a impressão de branco, essas três cores são chamadas “cores primárias”

Observando o disco de cores, nota-se que, quando o vermelho se funde ao verde, aparece uma terceira cor: a amarela. Ela tem iguais quantidades das duas cores primárias e é chamada de “cor secundária”. Além da amarela, existem duas outras cores secundárias, ciano (azul e verde) e a magenta (azul e vermelho)

Com combinações de cores secundárias, pode-se formar as cores primárias originais ou então fazer novas cores como o marrom, o rosa ou o laranja
Para medir a temperatura de uma matéria radiante em relação ao seu caráter cromático, utilizamos uma escala de graus, idealizada pelo físico chamado Kelvin, que parte do zero absoluto no qual cessa todo o movimento molecular, isto é atingido em -273°C



Na prática, não é possível medir diretamente as temperaturas nas fontes radiantes de iluminação a fim de se determinar o caráter cromático da luz. Por esse motivo, com a finalidade de se apurar a constituição cromática da radiação é preciso medir a própria radiação. Para este fim são utilizados os medidores de temperatura de cor, esses aparelhos medidores, chamados de kelvinômetro, colorímetro ou color meter, compara os comprimentos de onda da cor AZUL e VERMELHO, indicando se a medida tem mais de uma ou de outra. Essa comparação é demonstrada usando a escala de temperatura.

sexta-feira, 28 de abril de 2006

PROFUNDIDADE DE CAMPO

Profundidade de campo é a condição de estabelecer foco dentro de uma determinada faixa de distância utilizando a abertura do diafragma como ferramenta. Por exemplo: se em uma objetiva de 25mm o foco está ajustado para 4,5m e o diafragma (f:) for 11, teremos foco de 1,80m até infinito, já com a mesma distância, porém f:5.6, teremos foco de 2,80m até 12m aproximadamente, com diafragma 2.8 teremos foco de 3,40m até 6,5m, portanto, quanto mais fechado o diafragma, maior será a profundidade de foco, e quanto mais “aberta” for a distância focal da objetiva, maior será a profundidade.
Os diafragmas f: são:
1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16, 22, 32